
A terceira avaliação foi a que sustentou a obra.
O terreno já havia recebido dois estudos anteriores, ambos descartados por não considerarem o histórico de cheias da região. O levantamento hidrológico completo, refeito do zero, foi o que definiu a cota final de terraplenagem — quinze centímetros acima do que o projeto original previa.
A partir desse dado, o dimensionamento da drenagem foi revisado antes de qualquer execução — não durante a obra, quando a correção custaria semanas de atraso.
Passados os primeiros ciclos de chuva após a entrega, nenhum ponto da base registrou acúmulo ou movimentação — o resultado que o estudo previu, sem ajustes posteriores.

